Giro da Semana – 18 de Setembro
Bem-vindo à mais recente edição do nosso Focus Gaming News Weekend Conversation Corner, uma exploração concisa das principais manchetes da semana que têm chamado a atenção do mundo. Ao destilar o turbilhão de eventos em um resumo claro e focado, abordaremos as histórias pivô que moldaram a narrativa, influenciaram políticas e acenderam discussões. Junte-se a nós enquanto peneiramos o ruído e apresentamos uma visão geral condensada dos desenvolvimentos críticos da semana, mantendo-o atualizado sobre o que realmente importa neste mundo em constante evolução.
Fique informado, mantenha-se inspirado e continue jogando. Tenha um ótimo fim de semana!
“Não é sobre jogo. É sobre regra”. ABRAJOGO faz apelo ao presidente Lula e pede segurança jurídica para mercado regulado de apostas
A ABRAJOGO fez um apelo ao presidente para considerar o marco regulatório ao decidir sobre o mercado de apostas no Brasil. A entidade defende a distinção entre empresas autorizadas e operadores ilegais, destacando que 85 empresas estão autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas. A associação pede que as mudanças no setor sejam baseadas em dados, evidências e diálogo institucional, visando a segurança jurídica. Além disso, a ABRAJOGO defende o fortalecimento da fiscalização, o aperfeiçoamento da regulamentação e o combate ao mercado ilegal, visando proteger os consumidores. A carta ressalta que o mercado de apostas no Brasil é regulamentado e que as empresas investiram e estruturaram suas operações de acordo com as exigências do poder público.
Clubes de futebol assinam manifesto em defesa do mercado regulamentado de apostas
Equipes de futebol e federações estaduais se uniram em defesa do mercado regulamentado de apostas de quota fixa, temendo o “fim do futebol brasileiro” caso uma medida provisória proíba a exploração do setor de igaming no país. O manifesto, assinado por clubes como Palmeiras, Santos, São Paulo, Corinthians, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Vasco, Sport e Cruzeiro, destaca a importância dos patrocínios das apostas para manter diversas áreas do esporte, como centros de treinamento, projetos sociais e a formação de talentos. As entidades esportivas defendem o combate à ilegalidade e o aperfeiçoamento dos mecanismos de proteção, sem prejudicar um mercado já regulamentado. A preocupação com a possível proibição dos jogos de cassino, que representam a maior parte da receita das operadoras, também é destacada no manifesto.
IBJR apoia novas medidas da SPA contra transações financeiras ilegais em apostas
O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável aprovou a Portaria SPA/MF nº 2.750/2026, que estabelece novos procedimentos para prevenir transações financeiras ligadas à operação irregular de apostas de quota fixa no Brasil. A medida foi considerada um avanço importante no combate ao mercado ilegal e no fortalecimento do setor regulado. A norma exige que instituições financeiras adotem controles para identificar operações destinadas a operadores ilegais e intermediários usados para movimentar recursos ilegais. Empresas de pagamento devem observar transferências frequentes de pequenos valores e movimentações incompatíveis com a atividade declarada. A regulamentação também visa o uso de intermediários, como contas de terceiros para receber recursos de apostadores. O objetivo é proteger os consumidores contra fraudes e práticas abusivas, garantindo condições equilibradas de concorrência para as plataformas autorizadas.
ANJL cobra big techs por medidas contra influenciadores que promovem bets ilegais
A ANJL notificou TikTok, X, Google e Meta sobre a promoção de operadores ilegais de apostas no Brasil, pedindo a criação de um plano permanente para combater essa prática. A associação alerta para o uso de influenciadores na divulgação de plataformas não autorizadas e cobra mecanismos específicos para proteger crianças e adolescentes da publicidade de apostas ilegais. O mercado ilegal representa entre 38% e 44% das apostas no país, com operadores que não seguem as regras do mercado regulado. A ANJL destaca a importância da atuação das empresas de tecnologia para evitar a promoção de apostas ilegais, especialmente visando a proteção dos jovens. Saiba mais aqui.
Ministro da Fazenda diz que o governo não depende dos impostos das bets para equilibrar as contas
Dario Durigan, ministro da Fazenda, defende a regulação rigorosa do setor de apostas online, comparando-a à tributação do cigarro. Ele ressalta que o governo não depende da arrecadação desse setor para equilibrar as contas, mas destaca que a atividade já gerou mais de R$ 8,747 bilhões aos cofres públicos este ano. Durigan enfatiza a importância da isonomia tributária, afirmando que empresas autorizadas a operar devem pagar impostos. Ele sugere que o setor de jogos online seja regulamentado com a mesma rigidez do cigarro, mas não é a favor da proibição das apostas no país. A discussão sobre o futuro dessa atividade deve continuar nos próximos anos.
Por Equipe Editorial da Focus Gaming News