77% dos apostadores brasileiros defendem prioridade no combate às plataformas irregulares

77% dos apostadores brasileiros defendem prioridade no combate às plataformas irregulares

Levantamento mostra ainda que 63% avaliam que governo brasileiro poderia fazer mais contra sites e aplicativos ilegais.

A maioria dos apostadores brasileiros defende uma atuação mais rigorosa contra as plataformas ilegais. Pesquisa do Instituto Locomotiva em parceria com o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) aponta que 77% consideram que o combate às bets ilegais deveria ser uma prioridade das autoridades para evitar o vício em apostas.

O apoio também aparece entre os apostadores classificados como ilegais pela metodologia do levantamento. Nesse grupo, 74% concordam total ou parcialmente que o enfrentamento a essas plataformas deve ser tratado como prioridade.

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Pesquisa fetia pelo Instituto Locomotiva em parceria com o IBJL (Imagem: Reprodução – Instituto Locomotiva em parceria com o

A pesquisa ouviu 2.291 pessoas que fizeram apostas esportivas ou utilizaram cassinos online nos três meses anteriores ao levantamento. As entrevistas foram realizadas em maio de 2026, com abrangência nacional e margem de erro de 2,1 pontos percentuais.

Maioria considera bets ilegais mais perigosas

Além de defenderem maior combate ao mercado ilegal, os apostadores demonstram preocupação com os riscos oferecidos por essas plataformas. Para 77% dos entrevistados, as bets ilegais são mais perigosas por não cumprirem regras e normas voltadas à promoção do jogo responsável.

A percepção varia conforme a faixa etária. Entre os apostadores de 18 a 29 anos, 69% concordam com a afirmação. O percentual sobe para 81% tanto entre aqueles de 30 a 49 anos quanto entre os entrevistados com 50 anos ou mais.

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63% dizem que governo poderia fazer mais

O levantamento também questionou os participantes sobre a atuação do governo brasileiro no combate a sites e aplicativos de apostas ilegais. Apenas 37% consideram que o poder público está fazendo tudo o que pode.

Outros 39% avaliam que o governo realiza parte do que poderia fazer, mas ainda precisa avançar. Já 24% entendem que praticamente nada está sendo feito. Somados, esses dois últimos grupos representam 63% dos entrevistados.

Mesmo entre os apostadores classificados como ilegais, 58% consideram que o governo ainda poderia fazer mais contra sites e aplicativos irregulares.

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Apostas esportivas Brasil IBJR Indústria de jogos jogo responsável Mercado ilegal