Pesquisa SOFTSWISS 2026 revela lacuna nas demandas por proteção aos jogadores na África do Sul
Levantamento com 1.000 sul-africanos aponta diferença entre vulnerabilidade financeira e procura por ferramentas de controle de gastos.
Resumo
- Pesquisa encomendada pela SOFTSWISS ouviu 1.000 adultos na África do Sul.
- Entre os desempregados, 22,1% usariam um ganho financeiro inesperado para quitar dívidas.
- Apenas 35,3% dos desempregados demonstram interesse em ferramentas de limite de gastos, ante média geral de 43,2%.
- Entre os apostadores atuais, 65,7% defendem maior proteção contra apostas por menores de idade.
- A SOFTSWISS afirma que os dados reforçam a necessidade de uma abordagem proativa para proteção dos jogadores.
Comunicado de imprensa.-Uma nova pesquisa com 1.000 adultos sul-africanos, encomendada pela SOFTSWISS, parceira global de tecnologia estratégica para operadores de igaming, revela uma desconexão entre as pressões financeiras pessoais e as expectativas relacionadas à proteção dos jogadores. Os resultados foram divulgados pouco depois da Africa Safer Gambling Week (7 a 11 de setembro), a primeira campanha coordenada de proteção aos jogadores no continente, organizada pela African iGaming Alliance sob o lema #PlaySafeAfrica.
Os sul-africanos desempregados representam o grupo com maior probabilidade de afirmar que utilizariam um ganho financeiro inesperado para quitar dívidas, com 22,1%. No entanto, entre esses entrevistados, a demanda por ferramentas de limite de gastos cai para apenas 35,3%, quase oito pontos percentuais abaixo da média geral de 43,2%.
Veja também: SOFTSWISS: Tech Race Summit reúne 1.500 profissionais de igaming e Big Tech
A pesquisa também aborda as opiniões sobre a proteção contra jogos e apostas por menores de idade. Apostadores atuais são mais propensos do que pessoas que nunca utilizaram um serviço de apostas online a defender uma proteção mais rigorosa contra apostas por menores: 65,7% contra 54,5%.
“Os operadores geralmente recebem manifestações de clientes que já estão engajados o suficiente para solicitar alguma medida”, afirmou Mariia Halaida, Head de Desenvolvimento de Negócios para a África da SOFTSWISS. “Esta pesquisa sugere que as pessoas que podem ter maior necessidade de controles de gastos não são necessariamente aquelas mais propensas a solicitá-los. Ferramentas de jogo responsável, como limites de depósito e autoexclusão, estão incorporadas à nossa plataforma para atender aos requisitos regulatórios e apoiar práticas de jogo mais seguro. Os resultados reforçam por que acreditamos que a proteção dos jogadores exige uma abordagem proativa, em vez de depender exclusivamente dos próprios jogadores para solicitar ferramentas ou mecanismos de proteção relacionados ao jogo responsável.”
Veja também: Relatório de Tendências de igaming 2027 será lançado em duas semanas, segundo a SOFTSWISS
Os resultados completos, incluindo metodologia, margem de erro e detalhamento demográfico, serão apresentados no relatório integral da pesquisa da SOFTSWISS, que será publicado nas próximas semanas.
Com foco ampliado no continente africano, a SOFTSWISS realizará um painel exclusivo ao vivo no LinkedIn para discutir o cenário financeiro relacionado à entrada nos mercados africanos de igaming. A transmissão está marcada para as 14h CET de 23 de setembro.
Intitulada “Not a Cheap Bet: The Economics of Launch in the African iGaming Market” (“Não é uma aposta barata: a economia do lançamento no mercado africano de igaming”, em tradução livre), a sessão contará com especialistas do Mpumalanga Economic Regulator, Jabula Bets, Legends Gaming and Management Solutions e da SOFTSWISS. O debate terá como foco as operações na África do Sul como referência prática para a análise do mercado.
Por Equipe Editorial da Focus Gaming News