Seminário online discute soluções focadas na experiência do apostador brasileiro

Seminário online discute soluções focadas na experiência do apostador brasileiro

A palestra é promovida pela empresa brasileira de tecnologia para igaming Weebet.

A empresa brasileira de tecnologia para igaming Weebet promoverá um seminário online nesta quarta-feira (2). Intitulado “Tecnologia e tropicalização: desafios e soluções na experiência do apostador brasileiro”, o evento é gratuito voltado para investidores, operadores, desenvolvedores e outros agentes da indústria dos jogos online.

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O palestrante do evento será Thiago Faustino, technical advisor e board member da Weebet. Ele deve abordar como adaptar as plataformas de jogos à experiência do apostador brasileiro, focando no desenvolvimento de ferramentas específicas para o público local.

“A tropicalização vai além da tradução do idioma. Trata-se de entender as particularidades comportamentais, culturais e operacionais do Brasil para construir soluções tecnológicas que realmente funcionem para este público”, comenta Faustino.

Setor de apostas planeja criar associação inspirada em federação de bancos

As entidades do mercado de apostas esportivas e jogos de cassino online, incluindo as operadoras, prestadoras de serviços e outras companhias do setor, planejam criar uma federação, usando como inspiração a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). De acordo com a Folha de S. Paulo, as entidades da indústria de jogos estão chamando informalmente a iniciativa de “Febrabet.

Para as empresas do setor de igaming, é importante unir ainda mais o setor por conta de medidas como o aumento da taxação. Segundo representantes do mercado de apostas, o setor bancário é uma inspiração porque os bancos, mesmo com interesses distintos, conseguem se unir para defender os direitos das instituições financeiras.

Atualmente, as bets são representadas por diferentes entidades, como a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), que reúnem cerca de 80% das companhias legalizadas. A falta de uma instituição única atrapalharia o debate das pautas com autoridades políticas.

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