Prevenção à lavagem de dinheiro: ANJL e Febraban se reúnem para discutir o enfrentamento às bets ilegais
O encontro aconteceu durante o Comitê de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD).
São Paulo.- Representantes da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), o presidente Plínio Lemos Jorge e o diretor jurídico Pietro Cardia Lorenzoni, realizaram uma reunião com membros da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em São Paulo (SP) no dia 30 de abril.
O encontro aconteceu durante o Comitê de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD). Foi discutido com o diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban, Rubens Sardenberg, a atuação das instituições financeiras no enfrentamento aos sites de apostas ilegais.
“Foi um encontro muito positivo. A Febraban é a maior entidade na representação dos bancos brasileiros e é uma referência em iniciativas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo no sistema financeiro”, afirmou Plínio.
“Tivemos a oportunidade de debater nesse comitê com os maiores bancos do país e apresentar uma visão mais clara sobre o mercado de apostas. Reforçamos a necessidade do apoio das instituições financeiras e a importância de atuarmos de forma conjunta para manter um ambiente íntegro e regulado”, acrescentou o presidente da ANJL.
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Segundo Lemos Jorge, as operadoras ilegais de apostas são o principal risco da indústria regularizada e para garantir que o mercado legal ser um ambiente seguro, é necessária a participação ativa dos bancos na repressão às plataformas irregulares.
Os representantes da ANJL também participaram de outros encontros. O presidente da ANJL e o diretor jurídico estiveram com o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Comitê Olímpico do Brasil (COB) e Escritório Nacional de Repasses (ENDR).
Nessas discussões, as instituições debateram a destinação dos recursos das apostas para o financiamento do esporte nacional. “Estamos falando de políticas públicas, da melhoria do esporte do país, que pode transformar vidas, trazer mais inclusão e oportunidades para jovens que têm talento, mas não conseguem ter uma estrutura adequada para se desenvolver como atleta e treinar”, comentou Plínio.