Pesquisa aponta que sites de apostas estão em 2º entre os endereços mais buscados por brasileiros na Internet
Dados da SimilarWeb mostram que a procura pelas bets superou plataformas como YouTube e WhatsApp.
Os brasileiros estão procurando cada vez mais as casas de apostas online. É o que indica um levantamento publicado pelo UOL com dados da SimilarWeb. Segundo a pesquisa, as empresas de igaming ocupam o segundo lugar no ranking de acesso na Internet brasileira, superando plataformas populares como YouTube e WhatsApp.
Atualmente, as plataformas de apostas só perdem em tráfego para o Google. A alta procura pode ser ainda maior, já que as empresas estão começando a ofertar seus aplicativos em lojas virtuais como a Google Play Store.
Na visão de Leonardo Benites, diretor de comunicação da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), o avanço na procura pelas plataformas de apostas tem relação com os investimentos do setor em publicidade. “Até pelos investimentos de marketing feitos hoje pela indústria, faz total sentido a quantidade de tráfego que geramos. Isso só concatena com a ideia de que é algo que o brasileiro buscava e vai continuar buscando”, afirmou.
De acordo com os dados da SimilarWeb, em janeiro deste ano, as empresas de apostas tiveram uma média diária de 55 milhões de acessos. O volume de visitas foi crescendo até a média de 68 milhões diariamente no mês de maio.
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Somando os cinco primeiros meses de 2025, foram mais de 2,7 bilhões de visitas a sites de jogos online no Brasil, o que coloca esse setor como o 14º mais visitado no mundo.
De janeiro a maio, Google recebeu 4,9 bilhões de acessos, o YouTube teve 1,3 bilhão de visitantes, as páginas do Grupo Globo alcançaram 765 milhões de acessos, o WhatsApp 759 milhões e o TikTok 740 milhões de views.
O levantamento levou em consideração apenas as plataformas legalizadas no país, ou seja, aquelas que possuem o final “bet.br”, que somam menos de 200 sites. Porém, de acordo com o Comitê Gestor da Internet (CGI), o tráfego em empresas de apostas é muito maior, já que existem ainda muitos sites clandestinos atuando.