Entenda porque a Federação Paraense de Futebol quer recursos das apostas para clubes locais
A entidade abiu mão dos recursos que teria direito de receber para que sejam distribuídos aos clubes profissionais do Pará.
Brasília.- Representantes da Federação Paraense de Futebol (FPF) participaram de uma visita à Brasília, na terça-feira (15), para discutir a distribuição de recursos das plataformas de apostas para os clubes profissionais de futebol do Pará.
O presidente da FPF, Ricardo Gluck Paul, deu início ao processo para a captação dos valores que a unidade federativa tem direito. “Esses recursos são provenientes da regulamentação nacional que destina parte da arrecadação das casas de apostas para entidades de prática esportiva e organizadoras de competições. Estamos liderando este processo nacional que colocará o nível de investimentos nos clubes do Pará em outro patamar”, explica Paul.
Segundo o que publicou o Diário do Pará, a FPF abriu mão dos recursos que teria direito de receber para que sejam distribuídos aos clubes das Séries A1, A2 e A3 do estado.
“Os clubes de divisões de acesso jamais tiveram cotas de participação e apoio financeiro da Federação. Com este novo esforço, a FPF amplia a cota de participação dos clubes e realiza uma injeção extra de recursos financeiros sem precedência no futebol paraense”, afirmou Gluck Paul.
O próximo passo do rateio dos recursos é identificar o volume total a ser repassado e iniciar a transferência dos valores para os 38 clubes profissionais associados.
Comissão do Esporte da Câmara aprova projeto de distribuição dos recursos da Timemania
A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo do Projeto de Lei 3723/21, que regulamenta a distribuição dos recursos da loteria Timemania para os clubes do futebol brasileiro.
Segundo a Agência Câmara de Notícias, o texto aprovado foi feito pelo relator, o deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), que altera o projeto original do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
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De acordo com o projeto, metade dos recursos seriam distribuídos igualmente entre todos os clubes, e a outra metade seguiria a proporção das indicações dos apostadores na seção “time do coração”. Esta é a divisão atual e a proposta manteria esse compartilhamento.
“A mudança procura inserir em lei a atual sistemática para beneficiar os times, para que eventuais atualizações de normas infralegais não ameacem essa forma de distribuição”, explicou o relator.