Caso Bruno Henrique: Blaze confirma à PF que cinco pessoas apostaram em cartão do jogador

Caso Bruno Henrique: Blaze confirma à PF que cinco pessoas apostaram em cartão do jogador

As cinco entradas somam quase R$ 2 mil e renderam um retorno de pouco mais de R$ 5,8 mil.

A operadora de apostas Blaze enviou à Polícia Federal (PF) as informações solicitadas sobre pessoas que apostaram que o jogador de futebol Bruno Henrique, do Flamengo, receberia um cartão amarelo contra o Santos, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro Série A de 2023. Esse lance desencadeou uma investigação que levou o atleta a ser indiciado por suposto envolvimento em esquema de manipulação de resultados.

De acordo com o Metrópoles, as cinco apostas na plataforma somam R$ 1.948 (USD 342,80), elas geraram um retorno combinado de R$ 5.844 (USD 1.028,39). Segundo a PF, esses apostadores fazem parte de um segundo grupo de investigados.

Os apostadores identificados pela Blaze são Douglas Ribeiro Pina Barcelos, Rafaela Cristina Elias Bassan, Claudinei Vitor Mosquete Bassan e Andryl Sales Nascimento dos Reis, todos eles amigos do irmão de Bruno Henrique, Wander Nunes Pinto Júnior.

“A Blaze informa que, no âmbito das investigações conduzidas pelas autoridades competentes, prestou integral colaboração e forneceu prontamente todas as informações que foram formalmente solicitadas na ocasião, sempre em conformidade com os limites estabelecidos pela legislação brasileira vigente”, afirmou a empresa em nota.

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Bruno Henrique foi indiciado por estelionato e fraude em competição esportiva. Além do jogador, também foram indiciados o irmão Wander, Ludymilla Araújo Lima, esposa de Wander, e Poliana Ester Nunes Cardoso, prima do jogador. Os três apostaram que ele levaria cartão na partida de 2023.

A Polícia chegou às provas que levaram ao indiciamento através de mensagens no celular do jogador. O aparelho foi apreendido em novembro, quando a PF realizou uma operação de busca e apreensão em endereços ligados a Bruno Henrique, incluindo o centro de treinamento do Flamengo, no Rio de Janeiro.

A investigação está sob análise de promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal. Enquanto o processo não avança na justiça, o atleta segue jogando normalmente pelo Flamengo.

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Integridade esportiva Investigação policial manipulação de resultados