Lottopar lança documentário sobre funcionamento e fiscalização das videoloterias no Paraná
Produção apresenta tecnologias, mecanismos de segurança e diferenças entre os terminais regulamentados e os jogos ilegais.
Paraná.- A Loterias do Estado do Paraná (Lottopar) divulgou um novo documentário institucional sobre o funcionamento, a evolução e a fiscalização dos terminais de videoloteria (VLTs) regulamentados no estado. O material apresenta as tecnologias utilizadas nas operações e explica as diferenças entre os equipamentos autorizados e as máquinas de jogos ilegais.
A produção aborda o mercado internacional de videoloterias e detalha os requisitos técnicos da norma GLI 14, utilizada na certificação de sistemas de loteria instantânea eletrônica. Nesse modelo, os resultados são previamente determinados e armazenados em um servidor central, de forma semelhante ao funcionamento de um lote de raspadinhas tradicionais.
Segundo a Lottopar, o sistema permite a auditoria dos resultados e o acompanhamento das operações, diferenciando-se do funcionamento de cassinos convencionais e de equipamentos clandestinos. O documentário também destaca a importância da certificação dos softwares por laboratórios internacionais credenciados.
Outro ponto abordado é a utilização do Pix nas operações regulamentadas no Paraná. Representantes de empresas internacionais destacam a adoção do sistema brasileiro de pagamentos instantâneos como um avanço para a transparência e a agilidade das transações financeiras.
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A produção também apresenta os mecanismos de proteção aos apostadores, incluindo ferramentas de jogo responsável e programas de autoexclusão. A Lottopar ressalta que a arrecadação das loterias regulamentadas permite destinar recursos a áreas como segurança pública, habitação popular e programas sociais.
O combate ao mercado clandestino também integra o documentário. De acordo com a autarquia, a fiscalização dos equipamentos e a atuação conjunta com as forças de segurança buscam impedir a exploração de máquinas não autorizadas e combater organizações criminosas envolvidas com jogos ilegais..
Por Equipe Editorial da Focus Gaming News