{"id":61813,"date":"2026-10-19T23:32:54","date_gmt":"2026-10-20T02:32:54","guid":{"rendered":"https:\/\/focusgn.com\/brasil\/?p=61813"},"modified":"2026-10-20T07:54:05","modified_gmt":"2026-10-20T10:54:05","slug":"operacao-conto-sorte-apostas-ilegais-rn","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focusgn.com\/brasil\/operacao-conto-sorte-apostas-ilegais-rn","title":{"rendered":"Apostas ilegais: investigados fecham acordo de R$ 1,4 milh\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n
Investiga\u00e7\u00e3o identificou redirecionamentos em sites p\u00fablicos para plataformas clandestinas e empresas de fachada usadas para ocultar os respons\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Resumo<\/strong><\/p>\n\n\n\n Tr\u00eas investigados <\/strong>na Opera\u00e7\u00e3o Conto da Sorte<\/strong> firmaram um acordo de R$ 1,4 milh\u00e3o<\/strong> com o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Rio Grande do Norte, ap\u00f3s admitirem participa\u00e7\u00e3o em um esquema de apostas ilegais.<\/strong> A investiga\u00e7\u00e3o, iniciada a partir de an\u00e1lise da Secretaria de Pr\u00eamios e Apostas do Minist\u00e9rio da Fazenda (SPA\/MF), identificou o uso de empresas de fachada e p\u00e1ginas de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos para direcionar usu\u00e1rios a plataformas clandestinas.<\/p>\n\n\n\n Rio Grande do Norte.- Os envolvidos admitiram participa\u00e7\u00e3o nos fatos investigados pela <\/strong>Opera\u00e7\u00e3o Conto da Sorte, deflagrada em junho pela Receita Federal<\/a>, em parceria com os Minist\u00e9rios P\u00fablicos de Pernambuco e do Rio Grande do Norte. A investiga\u00e7\u00e3o teve origem em uma an\u00e1lise t\u00e9cnica da Secretaria de Pr\u00eamios e Apostas do Minist\u00e9rio da Fazenda (SPA\/MF).<\/p>\n\n\n\n Veja tamb\u00e9m: <\/strong>AGU aciona Justi\u00e7a contra 8 empresas de apostas por reter dados de reembolso de clientes<\/a><\/p>\n\n\n\n A opera\u00e7\u00e3o apura a atua\u00e7\u00e3o de um grupo suspeito de explorar ilegalmente jogos de azar, utilizando, entre outros mecanismos, a Lotserid\u00f3, loteria municipal criada pela Prefeitura de Bod\u00f3<\/a>, no interior do Rio Grande do Norte.<\/p>\n\n\n\n O acordo tamb\u00e9m determina que empresas vinculadas aos investigados comprovem, em at\u00e9 180 dias, a implementa\u00e7\u00e3o de programas de integridade (compliance). As investiga\u00e7\u00f5es continuam em rela\u00e7\u00e3o aos demais envolvidos.<\/p>\n\n\n\n Segundo as investiga\u00e7\u00f5es, o grupo invadia sistemas de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e inseria c\u00f3digos em p\u00e1ginas com dom\u00ednios “.gov.br” e “.edu.br<\/strong>” para redirecionar usu\u00e1rios a plataformas ilegais de apostas. A estrat\u00e9gia buscava aproveitar a credibilidade dos sites oficiais para conferir apar\u00eancia de legitimidade \u00e0s opera\u00e7\u00f5es clandestinas.<\/p>\n\n\n\n Para movimentar recursos e ocultar os respons\u00e1veis, os investigados utilizavam empresas de fachada registradas em nome de terceiros, incluindo benefici\u00e1rios de programas sociais, pessoas de baixa renda e familiares dos organizadores. Os l\u00edderes do esquema mantinham o controle das contas banc\u00e1rias por meio de procura\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n\n
Esquema utilizava sites p\u00fablicos e empresas de fachada<\/strong><\/h2>\n\n\n\n