{"id":53258,"date":"2026-06-02T09:42:03","date_gmt":"2026-06-02T12:42:03","guid":{"rendered":"https:\/\/focusgn.com\/brasil\/?p=53258"},"modified":"2026-06-05T13:14:29","modified_gmt":"2026-06-05T16:14:29","slug":"5-lideres-1-pergunta-o-mercado-de-jogos-ilegais-no-brasil-e-as-ferramentas-para-mover-jogadores-para-plataformas-licenciadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focusgn.com\/brasil\/5-lideres-1-pergunta-o-mercado-de-jogos-ilegais-no-brasil-e-as-ferramentas-para-mover-jogadores-para-plataformas-licenciadas","title":{"rendered":"5 L\u00edderes \u2013 1 Pergunta: o mercado de jogos ilegais no Brasil e as ferramentas para mover jogadores para plataformas licenciadas"},"content":{"rendered":"\n
Cinco figuras-chave da ind\u00fastria de jogos compartilham suas opini\u00f5es sobre as ferramentas regulat\u00f3rias que o Brasil precisa para incentivar os jogadores a migrarem de jogos ilegais para ambientes licenciados.<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Reportagem especial.- Embora o mercado regulado de apostas esportivas e jogos online no Brasil esteja em opera\u00e7\u00e3o h\u00e1 um ano e meio, a sombra do jogo ilegal ainda n\u00e3o desapareceu completamente, apesar dos controles e regulamenta\u00e7\u00f5es implementados pelo governo.<\/p>\n\n\n\n
Estudos recentes apoiados pelo Instituto Brasileiro de Jogo Respons\u00e1vel (IBJR) estimam que entre 41% e 51% do mercado brasileiro de apostas online ainda seja ilegal, com bilh\u00f5es de reais em apostas e receitas tribut\u00e1rias circulando fora do ambiente regulado.<\/p>\n\n\n\n
Para esta nova edi\u00e7\u00e3o de \u201c5 L\u00edderes \u2013 1 Pergunta\u201d<\/strong>, a Focus Gaming News perguntou a cinco representantes da ind\u00fastria: Qual ferramenta regulat\u00f3ria seria a mais eficaz para direcionar os jogadores para plataformas licenciadas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n Os entrevistados participantes s\u00e3o Leonardo Baptista<\/strong>, CEO e cofundador da Pay4Fun; Andr\u00e9 Gelfi<\/strong>, diretor, conselheiro e cofundador do IBJR; Amilton Noble<\/strong>, CEO da Hebara; Thomas Carvalhaes<\/strong>, executivo do setor de igaming; e Luiz Felipe Maia<\/strong>, s\u00f3cio fundador do escrit\u00f3rio Maia Yoshiyasu Advogados.<\/p>\n\n\n\n Para Leonardo Baptista, CEO e cofundador da Pay4Fun<\/strong>, a arma mais poderosa de curto prazo contra as apostas ilegais \u00e9 clara: cortar o acesso dessas opera\u00e7\u00f5es ao sistema financeiro.<\/p>\n\n\n\n \u201cHoje, a ferramenta regulat\u00f3ria mais eficaz para reduzir o mercado ilegal \u00e9 o controle sobre os meios de pagamento. No Brasil, operadores irregulares dependem diretamente do acesso ao sistema financeiro, especialmente do Pix, para funcionar. Quando h\u00e1 fiscaliza\u00e7\u00e3o mais rigorosa, com bloqueio de contas, interrup\u00e7\u00e3o de fluxos financeiros e aplica\u00e7\u00e3o de multas relevantes, o modelo de neg\u00f3cio dessas plataformas deixa de ser vi\u00e1vel”, afirma. <\/p>\n\n\n\n Baptista defende que, em vez de aumentar a carga tribut\u00e1ria dos operadores j\u00e1 regulados, “o caminho \u00e9 fortalecer a fiscaliza\u00e7\u00e3o e garantir estabilidade regulat\u00f3ria”<\/strong>. Na sua vis\u00e3o, desta forma ser\u00e1 poss\u00edvel “reduzir o espa\u00e7o do ilegal e incentivar que jogadores e operadores migrem para o ambiente licenciado, ampliando a arrecada\u00e7\u00e3o, os empregos e a maturidade do setor”.<\/p>\n\n\n\n Amilton Noble, CEO da Hebara<\/strong>, compartilha a vis\u00e3o de que os meios de pagamento s\u00e3o um elemento central no combate ao mercado ilegal, mas ressalta que apenas a fiscaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para mudar o comportamento dos jogadores caso a oferta legal seja menos atrativa.<\/p>\n\n\n\n \u201cEu n\u00e3o acredito em uma solu\u00e7\u00e3o \u00fanica\u201d, afirma. \u201cO que realmente move o jogador n\u00e3o \u00e9 a regra, mas a conveni\u00eancia. Hoje, o mercado ilegal ainda consegue oferecer algumas vantagens pr\u00e1ticas, e isso pesa bastante na decis\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n\n\n Para Noble, \u201casfixiar o mercado ilegal por meio dos meios de pagamento \u00e9 o caminho certo<\/strong>\u201d, j\u00e1 que dificultar dep\u00f3sitos e saques reduz rapidamente o apelo das plataformas n\u00e3o licenciadas. No entanto, ele alerta que isso s\u00f3 funcionar\u00e1 se o ambiente regulado evitar burocracias excessivas, custos elevados ou uma experi\u00eancia inferior para o usu\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n \u201cSe o ambiente regulado tiver muita fric\u00e7\u00e3o, custos altos ou uma experi\u00eancia inferior, o jogador simplesmente contornar\u00e1 o sistema. No fim do dia, ele sempre procurar\u00e1 o caminho mais f\u00e1cil.\u201d<\/p>\n\n\n\nControle dos meios de pagamento como principal ferramenta de combate<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Conte\u00fado, pagamentos e experi\u00eancia do usu\u00e1rio<\/h2>\n\n\n\n
Conte\u00fado, pagamentos e distribui\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n