{"id":19210,"date":"2024-09-17T13:19:36","date_gmt":"2024-09-17T16:19:36","guid":{"rendered":"https:\/\/focusgn.com\/brasil\/?p=19210"},"modified":"2026-04-20T19:12:20","modified_gmt":"2026-04-20T22:12:20","slug":"associacoes-do-setor-de-apostas-publicam-carta-aberta-em-defesa-da-regulamentacao-e-protecao-aos-consumidores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focusgn.com\/brasil\/associacoes-do-setor-de-apostas-publicam-carta-aberta-em-defesa-da-regulamentacao-e-protecao-aos-consumidores","title":{"rendered":"Associa\u00e7\u00f5es do setor de apostas publicam “carta aberta” em defesa da regulamenta\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o aos consumidores"},"content":{"rendered":"\n

Manifesta\u00e7\u00e3o p\u00fablica acontece diante de cr\u00edticas sobre consumo e d\u00edvidas atribu\u00eddas ao setor de apostas.<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n

Operadoras de apostas no Brasil, representadas por cinco organiza\u00e7\u00f5es do setor<\/strong>, lan\u00e7aram uma “carta aberta \u00e0 na\u00e7\u00e3o” para se defenderem de cr\u00edticas<\/strong>, especialmente as que associam o aumento do endividamento da popula\u00e7\u00e3o ao consumo de apostas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n

Conforme reportagem publicada pleo O Globo, as entidades afirmam que o Brasil vive um “momento hist\u00f3rico” <\/strong>com a regulamenta\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de apostas, mas que alguns setores econ\u00f4micos t\u00eam manifestado “preocupa\u00e7\u00f5es precipitadas” <\/strong>sobre os impactos desses servi\u00e7os de entretenimento na popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n

O documento, embora n\u00e3o cite diretamente nenhuma empresa, responde a v\u00e1rias delas. Um exemplo \u00e9 a PwC Brasil, que recentemente estimou que pessoas de baixa renda destinam 1,38% do or\u00e7amento familiar para apostas<\/strong>, dado contestado na “carta aberta”.<\/p>\n\n\n\n

Veja tamb\u00e9m<\/strong>: Pesquisa aponta que 35% dos potenciais estudantes adiam gradua\u00e7\u00e3o por gastos com apostas online<\/a><\/p>\n\n\n\n

Em agosto, economistas do Ita\u00fa estimaram que os brasileiros perderam R$ 23,9 bilh\u00f5es em apostas<\/a> em um ano. Em junho, o Santander tamb\u00e9m alertou para uma poss\u00edvel liga\u00e7\u00e3o entre o crescimento das apostas e a queda nas vendas no varejo.<\/p>\n\n\n\n

H\u00e1 tr\u00eas semanas, o presidente da CVM, Jo\u00e3o Pedro Nascimento, declarou que o crescimento das apostas \u00e9 preocupante e tem o potencial de “esvaziar a geladeira dos brasileiros”.<\/strong><\/p>\n\n\n\n

Em sua defesa, as empresas de apostas afirmam querer \u201cmanifestar o seu compromisso com a prote\u00e7\u00e3o dos consumidores, a transpar\u00eancia e o combate a quaisquer pr\u00e1ticas nocivas\u201d<\/strong>. As empresas de apostas esclarecem que o p\u00fablico consumidor principal \u00e9 de classe m\u00e9dia (B e C), e n\u00e3o de baixa renda, como apontado no estudo da PwC Brasil.<\/p>\n\n\n\n

\u201cPessoas mais vulner\u00e1veis financeiramente, ainda que estejam presentes no universo de apostadores, representam \u00ednfima parcela\u201d, afirma a mensagem.<\/p>\n\n\n\n

Para contestar a rela\u00e7\u00e3o entre apostas e queda no consumo<\/strong>, as empresas citam dados recentes do IBGE que mostram um aumento no consumo familiar: 1,3% a mais no trimestre atual em compara\u00e7\u00e3o ao in\u00edcio do ano e 4,9% acima do mesmo per\u00edodo de 2023.<\/strong><\/p>\n\n\n\n

\u201cOs brasileiros n\u00e3o est\u00e3o deixando de consumir para apostar\u201d, afirma a carta. <\/p>\n\n\n\n

As associa\u00e7\u00f5es signat\u00e1rias da \u201ccarta aberta \u00e0 na\u00e7\u00e3o\u201d incluem:<\/p>\n\n\n\n