{"id":12240,"date":"2024-03-26T06:59:25","date_gmt":"2024-03-26T09:59:25","guid":{"rendered":"https:\/\/focusgn.com\/brasil\/?p=12240"},"modified":"2026-04-21T02:21:24","modified_gmt":"2026-04-21T05:21:24","slug":"para-especialistas-do-setor-o-mercado-das-apostas-esportivas-precisa-evoluir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/focusgn.com\/brasil\/para-especialistas-do-setor-o-mercado-das-apostas-esportivas-precisa-evoluir","title":{"rendered":"Para especialistas do setor, o mercado das apostas esportivas precisa evoluir"},"content":{"rendered":"\n
Discuss\u00e3o sobre cen\u00e1rio das apostas no Brasil foi realizada no South Summit 2024.<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Rio Grande do Sul.- As perspectivas para o futuro das apostas esportivas no Brasil foram tema de um painel durante o South Summit Brazil<\/strong> 2024<\/strong>, realizado na cidade de Porto Alegre (RS)<\/strong>, de 20 a 22 de mar\u00e7o. Estiveram presentes nesse evento Andr\u00e9 Gelfi, presidente do Instituto Brasileiro de Jogo Respons\u00e1vel (IBJR)<\/strong>, Marcello Corr\u00eaa, advogado do escrit\u00f3rio Axis Veritas<\/strong>, Rafael Reuter, CEO da Play Big<\/strong>, e Jorge Roberto Cunha Ferreira, CSO da 4all<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n De acordo com o Correio do Povo, os especialistas do setor que estiveram no painel chegaram \u00e0 conclus\u00e3o de que a regulamenta\u00e7\u00e3o das apostas esportivas precisa progredir no pa\u00eds. Mesmo com a Lei n\u00ba 14.790<\/strong><\/a>, que regimenta que o mercado de betting<\/strong>, tendo sido sancionada no final de 2023, do ponto de vista dos presentes no debate, ainda h\u00e1 aspectos que precisam ser aprimorados pelo Minist\u00e9rio da Fazenda<\/strong>, a exemplo das tributa\u00e7\u00f5es para as operadoras e jogadores<\/a>. <\/p>\n\n\n\n Para Marcello Corr\u00eaa, \u00e9 essencial que a lei progrida para que o mercado esteja totalmente regularizado. “Ningu\u00e9m s\u00e9rio quer que a coisa siga na zona cinzenta. \u00c9 importante para termos um par\u00e2metro exato do mercado. Vamos separar os respons\u00e1veis dos irrespons\u00e1veis<\/strong>“, declarou.<\/p>\n\n\n\n Andr\u00e9 Gelfi refor\u00e7ou que as apostas esportivas devem ser encaradas pelos apostadores como uma forma de entretenimento <\/strong>e, n\u00e3o como renda. “Isso precisa ser discutido. Somos respons\u00e1veis pelas pessoas e a conscientiza\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental. N\u00e3o pode trazer mais dano do que benef\u00edcio para a sociedade”, comentou.<\/p>\n\n\n\n Rafael Reuter trouxe a informa\u00e7\u00e3o de que o Brasil superou a Inglaterra<\/strong>, j\u00e1 no come\u00e7o de 2024, no n\u00famero de apostas no mundo. Marcelo Corr\u00eaa complementou afirmando que a quantidade de apostas cresceu cerca de 250% de 2019 a 2024. “\u00c9 uma realidade. N\u00e3o tem mais como recuar”. Esse avan\u00e7o \u00e9 o que motiva o governo federal a buscar a tributa\u00e7\u00e3o. As apostas movimentaram 50 bilh\u00f5es de reais no \u00faltimo ano<\/strong>. N\u00famero superior ao das loterias da Caixa”, finalizou.<\/p>\n\n\n\n